
UMA EDIÇÃO HISTÓRICA
AFTERMOVIE OFICIAL
11ª EDIÇÃO 2024


DAVE MATTHEWS BAND / ALICE COOPER \ DEEP PURPLE
RICHARD ASHCROFT / JUDITH HILL \ BARÃO VERMELHO
VITOR KLEY / PAULA LIMA \ BLACK PANTERA / CACHORRO GRANDE
MARCÃO BRITTO E THIAGO CASTANHO / HURRICANES \ LARISSA LIVIER
CHARLIE BROWN JR
07, 08, 14 E 15 DE JUNHO, 2025
PARQUE IBIRAPUERA, SÃO PAULO
Em junho de 2025, o Best of Blues and Rock celebrou sua 12ª edição com dois finais de semana intensos de música e cultura no Parque Ibirapuera. Com uma curadoria impecável, o festival reuniu lendas mundiais e grandes talentos nacionais.
O primeiro final de semana trouxe um line-up que falou direto com o público adulto contemporâneo, combinando rock alternativo britânico, soul brasileiro, clássicos do rock nacional e jams sofisticadas, com uma programação madura, afetiva e tecnicamente irretocável, refletindo o que temos buscado construir nos últimos anos: não só um festival de música, mas uma experiência plural para ouvintes exigentes. Estiveram no palco Dave Matthews Band, Richard Ashcroft, Barão Vermelho, Vitor Kley, Paula Lima com seu projeto Soul Lee – Paula Lima canta Rita Lee e Cachorro Grande.
Um festival que leva no nome a missão de reunir o melhor do blues e do rock entregou no segundo final de semana uma jornada sonora que transitou do vigor juvenil do hard rock ao refinamento da soul music, culminando no peso histórico de uma das maiores lendas do rock britânico, trazendo ao palco Alice Cooper, Deep Purple, Judith Hill, Black Pantera, Marcão Britto e Thiago Castanho Charlie Brown Jr, Hurricanes e Larissa Liveir.

MARCAS PRESENTES NA 12ª EDIÇÃO DO FESTIVAL




DAVE MATTHEWS
BAND
Foram duas noites históricas no Best of Blues and Rock 2025. A Dave Matthews Band subiu ao palco e, desde os primeiros acordes, transformou qualquer expectativa em pura euforia. Entre improvisos, interações carismáticas com o público e a energia contagiante de cada integrante, a banda mostrou porque é um dos maiores nomes da música mundial.
Durante três horas de show em cada noite, o grupo passeou por uma seleção generosa de sucessos que atravessam sua carreira. Canções icônicas como “Crash Into Me”, “Satellite”, “Ants Marching” e “What Would You Say” ecoaram pelo Parque Ibirapuera, fazendo o público vibrar, cantar, se emocionar e dançar em uma celebração inesquecível.
A entrega da banda foi total: arranjos impecáveis, uma sintonia invejável entre os músicos no palco e a emoção evidente de retornarem ao Brasil, agora em um festival ao ar livre, diante de uma multidão apaixonada. A conexão com o público foi tamanha que, em um dos momentos mais marcantes, o gaitista brasileiro Gabriel Grossi se juntou à banda, criando um encontro único entre a sonoridade da DMB e o talento nacional.
Mais do que shows, foram apresentações épicas, carregadas de virtuosismo, emoção e cumplicidade, que deixaram a plateia com o coração cheio de amor, paz e felicidade, e, acima de tudo, com a sensação de ter presenciado o melhor da boa música ao vivo.

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ALICE COOPER
Misturando horror trash, presença de palco magnética e um repertório recheado de clássicos, Alice Cooper roubou a cena no segundo final de semana do Best of Blues and Rock. O show marcou o tão aguardado retorno do ícone ao Brasil, após 8 anos do último show.
No palco, Alice Cooper entregou tudo o que os fãs esperavam e um pouco mais. O cenário reproduzia capas de jornais antigos, que foram rasgadas com uma espada logo na entrada triunfal do artista. Dali em diante, o público foi levado a uma verdadeira viagem por seu universo sombrio: guitarras afiadas, riffs pesados, sangue cenográfico, decapitação teatral, assistentes corvos, boneca de pano, bailarinas sinistras e, claro, a clássica cartola preta e os olhos pintados.
A banda, extremamente entrosada, garantiu o peso e a energia do show. Ao lado de Alice estavam Nita Strauss, Ryan Roxie e Tommy Henriksen nas guitarras, Chuck Garric no baixo e Glen Sobel na bateria.
"Billion Dollar Babies" agitou os fãs, que cantavam o refrão junto com Cooper, uma multidão usando cartolas e, assim como o artista, com os olhos pintados.
Mesmo que o shock rock já não cause tanto espanto quanto nos anos 70, a verdade é que poucos artistas ainda entregam um show tão visual, performático e cativante quanto Alice Cooper.
Em tempos de espetáculos cada vez mais genéricos, o Best of Blues and Rock segue dando uma aula viva de como se faz um verdadeiro show de rock.





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DEEP
PURPLE
Quando as luzes se apagaram para a entrada do Deep Purple, ficou claro que ali não se tratava de um simples show: era uma celebração viva da história do rock. Lendária e atemporal, a banda trouxe ao Best of Blues and Rock 2025 uma celebração viva da história do rock. Com décadas de estrada e um legado que atravessa gerações, a banda mostrou porque segue sendo referência mundial, reunindo energia e emoção em cada acorde.
A relação do grupo com o público brasileiro ficou evidente desde o início da apresentação: a abertura com “Highway Star” levou a multidão ao delírio imediato, respondendo em coro a cada música, vibrando com intensidade e demonstrando a forte conexão que une a banda ao Brasil. Foi um encontro marcado pela paixão mútua e pelo respeito construído ao longo de anos de história compartilhada.
Encerrando a 12ª edição do festival em grande estilo, o Deep Purple levou ao público uma performance arrebatadora, digna de seu status global. Um espetáculo que reafirmou não apenas a grandiosidade da banda, mas também o poder transformador da música ao vivo, fechando com chave de ouro mais um capítulo inesquecível do Best of Blues and Rock.

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RICHARD
ASHCROFT
Pela primeira vez no Brasil e com pontualidade britânica, Richard Ashcroft subiu ao palco nas duas primeiras noites do festival, entregando logo de cara uma tríade de respeito da época de The Verve: “Sonnet”, “Space and Time” e “Weeping Willow”, todas do clássico álbum Urban Hymns, de 1997. A atmosfera era de pura nostalgia, como se o tempo tivesse desacelerado.
Ashcroft, com sua presença serena e voz intacta, transformou o auditório em uma cápsula do tempo sonora, onde cada acorde parecia ecoar memórias há muito tempo guardadas.
Um dos momentos mais emocionantes da apresentação foi a homenagem ao piloto Ayrton Senna, onde Richard dedicou a bela “Break The Night with Colour” ao ídolo brasileiro, enquanto usava uma camiseta com imagem do tricampeão. A comoção seguiu com os hits “The Drugs Don’t Work” e “Lucky Man”, cantados em coro pela plateia que lotava a plateia externa do Auditório Ibirapuera.
Mas foi com a emblemática “Bittersweet Symphony” que veio o auge: executada no tom original, a música levou o público a uma catarse coletiva, cantando a plenos pulmões e preparando o clima ideal para um dos shows mais aguardados da edição 2025 do festival.

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JUDITH HILL
A cantora, compositora e multi-instrumentista se apresentou pela primeira vez no Brasil durante o Best of Blues and Rock 2025. Uma artista que carrega nas veias uma missão que vai além da música, Judith não é só uma intérprete; ela é também um símbolo da resistência feminina e negra em um mercado historicamente dominado por homens.
Juntamente com seus pais (seu pai, Robert “Pee Wee” Hill, no baixo, e sua mãe, Michiko Hill, nos teclados), Judith literalmente sobe ao palco com suas raízes. E isso não é metáfora. Sua banda é sua própria família, e esse elo transborda na química, na troca de olhares e na sinergia absolutamente orgânica entre eles.
A artista, que já dividiu palco com nomes como Prince e Michael Jackson, leva adiante um legado que mistura soul, funk, R&B e blues, sempre com uma pegada moderna e uma presença cênica magnética. No palco do Best of Blues and Rock, ela surpreendeu o público e entregou um show que foi muito além da técnica vocal impecável.
Suas canções foram muito mais do que músicas: foram manifestos. Judith canta sobre identidade, sobre resistência, sobre amor-próprio e sobre quebrar barreiras.
E o faz com uma naturalidade desconcertante, ora sentada ao piano, ora com a guitarra em mãos, ora dançando sob luzes roxas que evocam a memória de Prince, seu mentor espiritual e musical.







Revisitando a trajetória da banda com Rodrigo Suricato nos vocais, o set de uma hora levantou o ânimo dos presentes no festival antes das atrações internacionais.
Dos membros fundadores, apenas o tecladista Maurício Barros e o baterista Guto Goffi. Contudo, a recepção de Marcio Alencar no baixo, e Fernando Magalhães na guitarra, foi assertiva, levando o público do festival a entoar canções da banda, há quatro décadas em atividade. O show ainda teve a participação especial do percussionista Cezinha.
Os membros anteriores foram relembrados no setlist, com uma série de canções de seus projetos solo integradas na apresentação: “Codinome Beija-Flor”, “O Tempo Não Para”, “Todo Amor que Houver Nessa Vida” e “Exagerado”, lançadas por Cazuza após seu desligamento do grupo, e “Amor pra Recomeçar”, de Frejat, foram comemoradas pela plateia ainda nos primeiros acordes. Coube até Raul Seixas, com um cover de “Tente Outra Vez”. Clássicos não ficaram de fora: “Bete Balanço”, “Por Você” e “Puro Êxtase” retratam a turnê “Do Tamanho da Vida”.
BARÃO
VERMELHO

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VITOR KLEY
De volta ao palco do Best of Blues and Rock após ter se apresentado na edição 2020, durante a pandemia, a qual foi gravada e transmitida, Vitor Kley dessa vez se apresenta ao vivo e conquista seu espaço no festival com seu carisma que transborda o palco.
Aos 30 anos, o cantor trouxe uma apresentação com hits como “O Sol”, que fez o público cantar junto, além de outros sucessos que mantiveram o astral lá no alto. Durante a tarde do sábado de abertura do festival, o cantor também apresentou duas faixas inéditas, “De Novo” e “Arco-Íris”, ambas carregadas de mensagens positivas, marca registrada de Vitor Kley.
Em um momento especial, o cantor mostrou que, apesar de sua pegada mais pop, o amor pela música é universal: homenageando ninguém menos que a banda Oasis, interpretando com emoção os clássicos “Don’t Look Back in Anger” e “Wonderwall”. A plateia respondeu à altura, cantando junto e reforçando que, independente da vertente, quando a vibe é boa, todo mundo embarca.
Vitor Kley provou que sua energia e autenticidade falam mais alto e encontram eco até mesmo nos palcos mais roqueiros.


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PAULA LIMA
No dia 8 de junho, o palco do Parque Ibirapuera foi energizado pela chegada de Paula Lima com seu espetáculo Soul Lee – Paula Lima canta Rita Lee, um tributo vibrante à obra da rainha do rock brasileiro. Mesmo sob um céu nublado, a cantora trouxe uma performance calorosa, imprimindo sua versão “black ’n’ roll” às canções icônicas de Lee embalando clássicos como “Mania de Você” e “Lança-perfume” com ritmo, groove e alma. Desde o primeiro acorde, seu carisma conquistou uma plateia que cantava em coro e celebrou cada verso com entusiasmo coletivo.
Paula Lima equilibrou respeito e personalidade em cada arranjo de “Soul Lee”: as canções de Rita ganharam nova textura com o toque soul/funk da artista, que as reinterpretou sem perder sua essência original. Hits como “Agora Só Falta Você”, “Ovelha Negra” e “Nem Luxo, Nem Lixo” soaram num ritmo dançante e sofisticado, repletos de suingue, timbre forte e presença um casamento perfeito entre tributo e assinatura pessoal.
Mais do que um show, foi um momento carregado de emoção. Paula revelou ter encontrado Rita Lee pela primeira vez naquele mesmo auditório em 2004 um detalhe que conferiu profundidade e intimidade à apresentação. Com agradecimentos calorosos e uma conexão visível com o público, ela surpreendeu ao incluir pela primeira vez na turnê ‘Soul Lee’ a música “Menino Bonito”, criando um instante inesquecível que refletia afeto, respeito e coragem artística.


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BLACK
PANTERA

O Black Pantera mostrou que veio para ficar, não apenas pela qualidade de seu repertório e performance, mas também por conta da mensagem que passa. O grupo é formado por três artistas que se completam, com os vocais pesados de Charles, os baixos groovados de Chaene, e a bateria de Rodrigo, capaz de guiar as músicas de forma que amarra todas as pontas. Ouvir nas plataformas de streaming já dá uma noção da potência do trio, mas nada se compara ao show ao vivo.
Escolher um momento de destaque é difícil, já que os músicos trabalham em alto nível e não deixam a régua abaixar em momento algum. Como todo show dos mineiros, "Fogo Nos Racistas" movimentou a plateia, com sua clássica interação com os fãs, que gritam junto de Charles críticas a uma série de preconceitos.
Destacaram-se, ainda, as execuções de "Candeia" e "Provérbios", faixas do álbum mais recente, Perpétuo (2024), que ganham ainda mais força ao vivo, além de "Perpétuo", hino de caráter histórico contra o racismo, e a emocionante "Tradução", com homenagem a todas as mães.







CACHORRO
GRANDE
O sol ainda brilhava forte quando os caras da banda Cachorro Grande abriram o palco da edição 2025 do Best of Blues and Rock, pontualmente às 14h30 do sábado, dia 8 de junho, com um show que trouxe uma sequência de hits que marcaram a trajetória da banda.
Celebrando 25 anos de estrada, a banda trouxe à capital paulista o mesmo repertório executado no emblemático show da turnê de aniversário, realizado no Auditório Araújo Vianna, em Porto Alegre, cidade onde tudo começou.
Foi uma apresentação daquelas que reforçam porque a Cachorro Grande tem lugar cativo no coração de quem vive e respira rock nacional.


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MARCÃO BRITTO &
THIAGO CASTANHO
A apresentação de Marcão Britto e Thiago Castanho, acompanhados por Rafael Carleto (voz), Denis "Mascote" Rodrigues (baixo) e os bateristas André “Pinguim” Ruas e Bruno Graveto, abriu o segundo sábado do Best of Blues and Rock 2025 no Parque Ibirapuera com uma explosão de nostalgia e habilidade musical. O sexteto trouxe um repertório repleto de clássicos como “Me Encontra”, “Céu Azul”, “Só os Loucos Sabem” e “Proibida Pra Mim”, conduzindo o público por uma verdadeira viagem no tempo à trajetória gloriosa do Charlie Brown Jr.
Fora os grandes hits, um dos pontos altos do show foi o perfeito entrosamento entre os dois bateristas, Pinguim Ruas e Bruno Graveto, que se dividiram com precisão e sincronia nas batidas, dando ao show uma pulsão única e contagiante. Na guitarra, Marcão e Thiago mostraram sua técnica apurada com riffs e solos precisos, sustentando a memória afetiva da banda com segurança e intensidade.
O projeto liderado por Marcão e Thiago não só celebra o legado do Charlie Brown Jr., mas também reafirma sua relevância para fãs antigos e novos. Como Thiago declarou à Rolling Stone Brasil, “Será desse jeito: porrada na cara, rock and roll na veia”, e o público respondeu com entusiasmo, celebrando as músicas e o nome da banda com carinho e respeito. Esse encontro entre história, energia e memória coletiva elevou a performance a um momento emocionante e necessário para manter viva a chama do Charlie Brown Jr.


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HURRICANES
Quem abriu o palco do segundo domingo do Best of Blues and Rock 2025 foi a Hurricanes, banda brasileira que tem se destacado no cenário nacional por resgatar a essência do rock clássico com identidade própria e sotaque daqui. Com um som que bebe direto da fonte de nomes como Led Zeppelin, Deep Purple e Rainbow, o grupo trouxe ao palco uma técnica afiada e, acima de tudo, paixão pelo que faz.
Mais do que um simples revival do rock, a Hurricanes representa uma nova onda de bandas brasileiras que não têm medo de flertar com o vintage, mas o fazem com originalidade, sem soar caricaturais. Em um cenário ainda muito dominado pelo pop e pela música urbana, ver uma banda autoral de rock em um palco de grande festival é mais do que refrescante: é necessário.
O vocalista demonstrou carisma e domínio de palco, enquanto o guitarrista se destacou com solos longos e expressivos, dignos de arenas. Ao final do show, a sensação era de que o Hurricanes não apenas aqueceu a plateia; preparou o terreno com dignidade e presença para uma noite que só ficaria maior com Judith Hill e Deep Purple na sequência.





LARISSA LIVEIR
Naquele dia 14 de junho, o Parque Ibirapuera respirava noites históricas e Larissa Liveir apareceu como uma aurora vibrante no palco do Best of Blues and Rock. Conhecida por seus vídeos impressionantes como guitarrista nas redes sociais, ela finalmente teve sua grande estreia ao vivo.
O contraste entre o brilho das telas e a imensidão daquele palco ao ar livre traduziu-se em emoção pura: a garota de Minas que surgiu da pandemia, autodidata e apaixonada pelo Guitar Hero, agora estava iluminada pelos refletores reais de um público ao vivo. Foi uma celebração do impossível se tornando palpável.
Larissa conduziu o show com uma coletânea elétrica de hinos do rock, blues e metal: de “Crazy Train” a “Stairway to Heaven”, passando por Chuck Berry e Van Halen, tudo regido com técnica precisa e genuína entrega emocional. Cada nota era facetada de sua personalidade: ela transformou cada cover não apenas num tributo, mas num diálogo íntimo com o legado do gênero. Ali, entre riffs e metáforas sonoras, vimos Larissa deixar suas marcas, imprimindo identidade e revelando que, sim, os clássicos podem ganhar nova vida.
Nita Strauss, a renomada guitarrista que se preparava para se apresentar mais tarde com Alice Cooper, subiu ao palco com Larissa durante sua apresentação, deixando-a absolutamente radiante! Em seus próprios dizeres, foi “uma surpresa e uma alegria muito grande” subir naquele palco e dividir o espaço com a Nita Strauss, referência e inspiração para ela.
O show foi um testemunho vibrante de que sonhos sonhados em casa, com um celular e tripé, podem ecoar em plateias históricas e ali nascia uma nova estrela, feita de determinação, talento e conexão verdadeira.




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